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Modelos e LLMs

Microsoft e Meta cortam uso do Claude e impõem ferramentas próprias

Gigantes de tecnologia reduzem gastos com a Anthropic para promover soluções internas e proteger dados.

Edição: Anderson Gomes · texto gerado por IA
· 3 min de leitura

Imagem: Reprodução · The Decoder · licença livre · licença mit

Texto gerado por IA, com revisão automática. Esta matéria foi escrita por um modelo de linguagem a partir da fonte indicada e passou por verificações automáticas de formato, de voz e de título; não houve leitura humana antes da publicação. Como funciona o método · Fonte original: Comunicado oficial

A Meta e a Microsoft cortaram drasticamente o uso interno do Claude, modelo de inteligência artificial da Anthropic, conforme revelou o The Decoder em 5 de outubro de 2026. A Microsoft derrubou a verba mensal por funcionário de US$ 100.000 para cerca de US$ 10.000 na divisão de nuvem, enquanto a Meta reduziu pela metade os usuários do Claude Code, de 60.000 para 30.000 desenvolvedores. O recuo afeta diretamente as equipes de engenharia das duas empresas e atinge em cheio as contas da Anthropic, que mantinha nelas seus maiores clientes corporativos. A ordem de troca é imediata.

Antes do freio, a conta da Microsoft com a Anthropic caminhava para ultrapassar US$ 1 bilhão por ano, de acordo com apuração original do The Information. Diante da fatura explosiva, os executivos Scott Guthrie e Jay Parikh ordenaram aos funcionários a migração para ferramentas desenvolvidas dentro de casa, como o GitHub Copilot e os modelos fornecidos pela parceira OpenAI. A decisão reduziu o gasto total da Microsoft com o Claude em mais de um terço. A pressão partiu da liderança.

Corte financeiro e substituição por soluções caseiras

Na Meta, o encolhimento da base de usuários do Claude Code envolve dois fatores diretos. Parte da queda reflete demissões realizadas pela companhia, mas a direção impôs a transição para produtos desenvolvidos internamente, como Muse Code e MetaCode. Os valores consumidos anteriormente assustaram a diretoria financeira. Em uma janela de 28 dias, a Meta chegou a gastar mais de US$ 105 milhões exclusivamente com o Claude Code.

Essa ofensiva para conter desembolsos não começou agora. A Meta já havia iniciado medidas de corte de gastos com inteligência artificial em junho. Economia orçamentária é apenas uma das razões da guinada. A Meta vê pouco sentido em continuar alimentando a Anthropic com dinheiro e tráfego técnico enquanto constrói produtos para disputar o mesmo mercado corporativo. Para completar, a empresa buscou restringir o acesso da Anthropic aos seus dados internos de treinamento.

A Anthropic passou de fornecedora a ameaça comercial

O crescimento acelerado da Anthropic transformou a antiga aliada em dor de cabeça direta para gigantes consolidadas. Até mesmo a Microsoft enxerga ameaça em suas linhas de receita mais tradicionais. Ferramentas como Claude Cowork e ChatGPT Work avançam no ambiente de trabalho e já disputam espaço direto como alternativas ao Microsoft Office. Ninguém quer fortalecer um concorrente.

A reviravolta expõe uma fraqueza perigosa na operação da Anthropic. A extrema dependência financeira de um punhado de grandes corporações virou risco estratégico imediato quando esses parceiros decidiram fechar as portas. Ao cortar acessos e priorizar ferramentas próprias, Meta e Microsoft deixam claro que o relacionamento comercial amigável acabou. Resta agora uma disputa agressiva por clientes corporativos e controle de tecnologia.

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