QM, da yc-software, reúne agentes e chega a 12.569 estrelas
A ferramenta coordena agentes no Slack e na web, com espaços isolados por usuário e sala.
A ferramenta coordena agentes no Slack e na web, com espaços isolados por usuário e sala.
O QM é uma ferramenta aberta que reúne agentes de trabalho no Slack e na web. A yc-software criou o projeto em 2026-07-29, e ele alcançou 12.569 estrelas em 10 dias. A plataforma atende startups que querem colaboração entre funcionários e agentes sem depender de um único modelo ou harness.
Cada funcionário recebe um workspace isolado, enquanto canais, mensagens em grupo e projetos permitem colaboração com o agente. O QM separa memória, arquivos, permissões, visão do keychain, tarefas agendadas, aplicativos web e sandbox por pessoa ou sala. Cada escopo mantém seu próprio ambiente persistente.
Um núcleo central processa cada interação e combina modelos com harnesses diferentes. Pi, OpenCode, Codex e Claude Code podem conduzir o mesmo core, segundo o README. Essa separação permite trocar o harness ou o modelo sem amarrar a implantação a um fornecedor específico.
O agente expõe uma superfície pequena de ferramentas, incluindo execute. Esse comando roda dentro do sandbox isolado de cada escopo, onde os programas instalados continuam disponíveis. O Postgres armazena dados de usuários, histórico de sessões e outros estados duráveis.
O core roda TypeScript diretamente no Node e usa Fastify para HTTP. A interface web, o painel administrativo e o portal público são plugins opcionais sobre a API HTTP. O plugin do Slack usa Bolt e o core o inicia e supervisiona por um cliente de serviço direto.
A adoção começa com um repositório de deployment pertencente à organização, que depende de @yc-software/qm. O operador não precisa fazer checkout do código-fonte. O processo de inicialização cria uma skill de deployment e conduz a configuração da infraestrutura, do login web e das credenciais dos conectores.
A mesma inicialização orienta o acesso opcional ao Slack, a publicação e a verificação ao vivo. O diretório de deployment concentra as definições específicas da empresa, como configuração organizacional, ferramentas, skills, imagem do sandbox e infraestrutura. O qm CLI valida e publica esse diretório.
Cada deployment roda na conta de nuvem do próprio operador. A inicialização não gera nem habilita CI de deployment. Quem adota o QM precisa administrar os serviços externos e as credenciais que conectam a plataforma aos dados da empresa.
A organização escolhe uma postura de segurança para o ambiente. No modo Strict, cada chamada de ferramenta espera aprovação humana, exceto os dois comandos que encerram turnos sem efeito. No Auto, um classificador verifica dados externos e resultados de ferramentas antes que eles cheguem ao modelo.
No modo Dangerous, o sistema não faz triagem de conteúdo nem pausa entre chamadas. A política pré-declarada de comandos continua valendo e bloqueia ações como exclusões recursivas e SQL destrutivo. A documentação também registra o modelo de ameaça, as premissas do operador e as limitações conhecidas.
O projeto ainda tem pouca idade, apesar da adesão rápida. O último commit ocorreu em 2026-08-08, a versão mais recente é a v0.1.4, de 2026-07-31, e o repositório registra 154 issues abertas e 1.444 forks. A licença MIT deixa o código disponível para uso, alteração e redistribuição, mas o QM não serve para quem procura um serviço pronto sem administrar deployment, nuvem, credenciais e permissões.