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OpenAI rebate processo da Apple e publica mensagens de ex-funcionário

Empresa diz que a Apple distorceu contatos e nega uso de segredos comerciais.

Reprodução · searchenginejournal.com

Em 2026-08-03, a OpenAI publicou uma resposta ao processo movido pela Apple. A empresa acusa a fabricante de distorcer contatos, atribuir declarações que não ocorreram e tentar bloquear sua atuação com informações falsas. Também divulgou emails e mensagens sobre Chang Liu, ex-funcionário da Apple. Não há anúncio de produto ou mudança para usuários.

OpenAI contesta acusações sobre contatos

A Apple disse que procurou a OpenAI em fevereiro e não recebeu resposta. Segundo a OpenAI, os advogados externos da Apple enviaram o email à pessoa errada depois de confundirem dois sobrenomes asiáticos. A OpenAI apontou o erro. A própria Apple admitiu a falha apenas depois disso.

A fabricante também teria dito que conversou com o General Counsel da OpenAI. No comunicado, a OpenAI afirma que a Apple reconheceu que essa conversa nunca aconteceu. A empresa acrescenta que a Apple não apresentou, naquela ocasião, as acusações específicas do processo e disse que estava “resolving any issues”.

Cinco meses depois, a Apple entrou com a ação. A OpenAI afirma que a empresa agora tenta mudar a narrativa em uma nova petição. O comunicado direciona leitores aos emails completos, publicados na própria página da OpenAI.

A Apple acusa Chang Liu de acessar informações confidenciais depois de deixar a companhia. A OpenAI responde que funcionários da Apple procuraram Liu e pediram ajuda para localizar arquivos e informações. A empresa também diz que a Apple tenta atribuir o caso a “residual access”, acesso residual deixado após a saída de funcionários. A acusação envolve Chang Liu.

Para a OpenAI, esse tipo de acesso ocorre com frequência na Apple porque a empresa não administra corretamente as permissões quando alguém sai. A alegação é da OpenAI, não uma conclusão independente apresentada no comunicado. A empresa sustenta que ex-funcionários podem continuar vendo arquivos mesmo sem querer acessá-los ou saber que ainda têm permissão.

Mensagens registram transferências após saída de Liu

As mensagens divulgadas registram que o último dia de Liu na Apple foi 22 de janeiro de 2026. Era o último dia de Liu. No mesmo dia, um funcionário da Apple combinou de falar com ele no escritório e perguntou sobre uma unidade de 64GB. Liu respondeu que começaria com esse dispositivo, embora esperasse algo em torno de 200.

A conversa menciona cópia de arquivos e uso de AirDrop. Em 23 de janeiro, um funcionário disse que voltaria ao escritório e reiniciaria a transferência porque o AirDrop não havia funcionado. O AirDrop falhou. A mensagem também fala em concluir o AirDrop antes de clicar no botão de saída no Workday.

Liu pediu ainda que o funcionário tentasse transferir outros arquivos da pasta Apple iCloud. Ele disse que alguns eram arquivos compartilhados e que encontrava notas importantes ocasionalmente. Alguns eram compartilhados. Os nomes de outras pessoas e informações confidenciais da Apple aparecem ocultos nas imagens.

A Apple também acusa Tang Tan de tentar obter e usar segredos comerciais. A OpenAI afirma que Tan sempre deixou claro para sua equipe que não queria nem poderia usar informações confidenciais de outras empresas. Tan sempre deixou isso claro. Segundo a empresa, Tan trabalhou na Apple por mais de 24 anos e era conhecido como um de seus líderes inovadores.

A OpenAI ofereceu trabalhar com a Apple para resolver as acusações. Também afirma que o pedido de liminar preliminar se baseia em informações falsas e é desnecessário, porque não tem nem quer os segredos comerciais da Apple. O comunicado não traz decisão judicial. Também não traz resposta da Apple às acusações.

Fontes

OpenAICódigo Aberto
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