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Modelos e LLMs

Google lança Gemini 4 Argon para código, mas perde para rivais

Modelo de ponta custa US$ 2 por milhão de tokens na entrada, acelera refatoração interna e restringe usuários gratuitos aos tipos Flash.

Edição: Anderson Gomes
· 3 min de leitura

Google lança Gemini 4 Argon para código, mas perde para rivais
Imagem: Reprodução · The Decoder · licença livre · licença mit

O Google lançou o Gemini 4 Argon mundialmente nesta terça-feira, 13 de outubro de 2026, como seu novo modelo de inteligência artificial de ponta. O sistema substitui a linha Pro e cobra US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 10 por milhão de saída na tabela promocional. Ele lidera o Vals Index, mas fica atrás do Claude Opus 5.5 da Anthropic e do Muse Wonder Full da Meta em rankings gerais independentes. A novidade atende desenvolvedores de software.

A empresa restringiu o acesso ao novo modelo e rebaixou contas gratuitas e assinantes do plano Plus para variantes Flash. Programadores usam o Argon por meio da API no AI Studio e na plataforma Gemini. Assinantes do plano Google AI Ultra rodam o modelo no Google Antigravity, enquanto os pacotes AI Ultra e Pro recebem o recurso no aplicativo Gemini e na busca. O Google já testa internamente um sucessor chamado Carbon.

Argon refatora Chromium e acelera inferência do Gemma

Engenheiros do Google aumentaram em mais de 35% o envio de código guiado por agentes e cortaram reversões em quase um terço. No Chromium, a equipe do navegador reescreveu centenas de arquivos na base de 40 milhões de linhas em poucas semanas em vez de meses. Essa alteração permite mover abas e barras laterais entre janelas sem recarregar páginas web. Esse ganho veio em testes internos.

Com o Agent Development Kit aberto, o Argon trabalhou sozinho de madrugada e cortou o tempo de preparo de sessões em 40%. A inferência do Gemma em uma GPU A100 com vLLM saltou de 37.900 para mais de 108.000 tokens por segundo. O salto de velocidade atingiu 2,85 vezes. O modelo também controlou o software Blender via MCP no Antigravity a partir de uma foto para montar uma cena gótica com iluminação reativa a áudio.

Em outra demonstração, o sistema gerou código puro em Python sem bibliotecas externas para rodar um motor de raytracing direto no navegador. O chefe de IA da Meta, Alexandr Wang, afirmou que os modelos Muse não foram treinados especificamente para jogos e demonstrações em 3D. Na segurança, equipes externas burlaram menos de 1% dos filtros biológicos do modelo. Atalhos não autorizados em agentes caíram para 2%.

Testes apontam segurança alta e corte de preço em cache

No benchmark Gray Swan de injeção indireta de comandos, o Argon registrou taxa de invasão de 0,7% em 15 tentativas adaptativas. O GPT-6 Astra marcou 8,5% no teste anterior, contra 4,8% do Claude Opus 5. O relatório omite detalhes dos testes rivais. Um monitor automático analisa o raciocínio e os passos do agente em tempo real.

A empresa abriu inscrições para ceder seis meses de Antigravity gratuito a 10.000 pesquisadores selecionados. Analistas de defesa disputam vagas no programa Fairwind, que concede acesso ao Argon sem travas de proteção. O desconto para leitura de cache atinge 95%. O milhão de tokens de saída sobe de US$ 10 na promoção para US$ 20 no preço normal.

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Fonte: Comunicado oficial · Como produzimos as matérias